11 março 2020

Caso Marinha #17 Voltando a Defensoria Pública e o Desencontro de Informações



Olá pessoal: venho mais uma vez através de uma postamge relatar mais um capítulo desta piada de mal gosto que vem acontecendo comigo.

Vocês devem lembrar dos últimos relatos - caso não refresquemos a memória: a atendente que me atendeu há um ano atrás afirmou que não poderia ter nada em meu nome que eles iriam  confiscar para pagamento deste "valor indevido" que recebi fruto de uma tutela antecipada feita por uma advogada oportunista.

O que me levou a volta a DPU agora? Foi devido ao meu filho ter sido diagnosticado com TDAH inclusive com um atestado emitido por seu neurologista sobre este transtorno - incluindo seu CID. Fui lá novamente pedir ajuda, já que estava em risco renda e bens. Pra quem não sabe sou o único com renda fixa na casa.

Cheguei a atendente, agradeci por me atender sem ter que agendar, porque tudo na defensoria tem que ser agendado, expliquei meu caso e perguntei se teria algo que poderia ser feito. Ela afirmou que não tinha como fazer algo para me ajudar, ela rispidamente falou que nada poderia ser feito, que o juiz tinha batido o martelo pronto e acabou.

Aquela situação mexeu com meu emocional, tive uma crise que me fez desmaiar e ter uma convulsão, algo inédito até então. Uma técnica de enfermagem que estava presente no local ficou comigo me socorrendo até a chegada da SAMU.

Quando os médicos chegaram, fizeram alguns procedimentos como checagem de glicose e verificação de pressão. Comentei que estava sob tratamento médico e por conta de problemas financeiros não pude comprar os remédios receitados, até porque quando finalmente fui conseguir o dinheiro a receita tinha vencido, além de relatar toda a história que conto aqui.

Através de acompanhamento dos enfermeiros da SAMU, passei a frente de todo mundo no dia. Percebi que o discurso da atendente foi totalmente diferente do dito anteriormente para mim. Disse que a defensoria não abandonou meu caso e que ele prescreve em 2 anos, caso eles não encontrem forma de pagamento da dívida e que eles não podem tomar renda de sustento e moradia própria. Ela chegou a olhar todos os processos (todos arquivados) inclusive um de danos morais que foi negado por não ferir a constituição, ou seja tudo que eu passei foi uma frivolidade. Pediu pra que confiasse na defensoria e que eles iriam telefonar, caso fosse necessário meu comparecimento.

Estão vendo? Precisei passar mal para ser atendido de uma maneira decente. Não aceito tal situação, sou obrigado a aceitar isso tudo. Como confiar num orgão desse sua vida, nem em certos advogados dá pra confiar, quiçá nisto. Mas segundo me disseram que a DPU tem os melhores advogados.

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