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12 maio 2019

A Treta da Pluralidade





A internete oscila entre dois caminhos: o caminho do conhecimento útil e do conhecimento inútil. Ambos podem levar a discussões enormes e tempestades em copo d'água. Então durante minhas navegadas encontrei uma treta de um velho conhecido que já teve uma entrevista por aqui:



Ele arrumou uma treta com uma Youtuber (veja no link aqui ) do meio dos animes e mangá, uma Youtuber famosa daquele tipo engajada comprometida com agenda militante, da mesma forma que nosso amigo aí citado no Twitter. Uma pessoa que apresenta conteúdos brilhantes como esse abaixo:



O que gerou a discordância desses dois indivíduos, além de ele ter chamado a dita de burrinha, foi justamente o plural de Pokémon. Eu então, resolvi pesquisar pra ver se realmente nosso amiguinho estava com a razão.

Pesquisando por aqui caí nesse link aqui e ele explica o seguinte:


O significado de Pokémon e forma correta da escrita


A palavra Pokémon vem de uma abreviação do inglês “Pocket Monsters” que já está no plural e significa “Monstros de bolso“. Já o nome que recebe este significado em inglês está diretamente associado a franquia da marca japonesa, “Pocket Monsters“, Em japonês: ポケットモンスター (Poketto Monsutā), que traduzindo também é monstros de bolso, que além de se referir à própria franquia Pokémon, também se refere coletivamente às mais de 800 espécies de monstros da ficção que fizeram aparições na mídia Pokémon a partir dos lançamento dos  jogos de RPG  para a Nintendo 3DS , e o famoso Pokémon GO para Android e Ios. Assim as formas singular e plural da palavra “Pokémon” não diferem nem o nome de cada espécie individual; Em suma, é gramaticalmente correto dizer tanto “um Pokémon” como “muitos Pokémon”.


O artigo ainda vai além:

Quando o assunto é sites, a escrita da palavra “Pokémons“, serve para ajudar as pessoas a encontrarem em suas buscas na internet o conteúdo correto do jeito que elas digitam. Se você procurar o nome de um objeto no Google imagens por exemplo, caso escreva a palavra no plural, a probabilidade de se encontrar imagens de muitos objetos do mesmo tipo em primeiro lugar é muito maior do que se você digitar a palavra da busca em singular. Da mesma forma a maioria das pessoas que digitam “pokemons” na busca vão encontrar matérias com títulos que usam a letra “S“, e visto que a maior parte dos brasileiros digitam da forma errada, é muito mais cabível de se criar títulos com a palavra “Pokémons“, o que já virou um costume brasileiro.

Sendo assim um costume lógico de quase tudo no Português ter a letra “S” no plural, ao digitar a palavra em redes sociais, e em outros lugares, quase ninguém se importa em estar certo ou não, pois são as redes sociais dignas de linguagem informal e ou popular que é uma linguagem utilizada no cotidiano em que não exige a atenção total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação oral, ainda mais no caso de um assunto que não seja tão sério como falar o nome de um desenho ou um jogo onde já virou moda falar ou digitar a palavra “Pokémons” com “S“. A final de contas “Aqui é o Brasil!”.


 Então, concluímos que o Igor estava certo em sua colocação, mas tanto ódio quando ao se referir a dita Youtuber como burrinha? Ela não poderia ter ignorado isso e ter seguido em frente? Acredito que sim, afinal pra uma fama que ela tem por que ela perderia tempo com alguém que a ofende de uma maneira tão pífia? Simplesmente o Ego: as redes sociais estão infestadas de gente assim ainda mais no meio nerd e afins. Pessoas que tem uma influência e fãs que fazem tudo por aquela pessoa até mesmo atacar por qualquer crítica e mesmo que elas chamem de coisas tão voláteis como burro e bobo. Felipe Neto que o diga.

Mas isso prova mais uma coisa, que fica bem claro cada dia que passa: essas pessoas aí não são nerds, a maneira como o dito foi tratado pelos seguidores dela foi totalmente exagerada. As pessoas estão a flor da pele, ainda mais se for uma minoria que a militância engajada defende. Haru é uma mulher Igor é um homem branco, cis, heteronormativo etc... Então fica claro quem vai defender quem nessa disputa. Ele foi o boi de piranha, foi servido como prato principal de muita gente que concorda com a agenda política dele. Não se teve piedade, mesmo que ele tenha se referido a dita com uma ofensa tão infantil. Ele foi vítima do modus operandi da ideologia que ele abraça.

Não estou dizendo que foi totalmente correto a colocação do Igor em chamá-la de burra, mas ela não foi justa em o expor dessa maneira. Por mais que ele fosse um doido (e ele é), ele tinha razão em certo ponto. O que sacrificou ele foi a maneira como ele disse pra pessoa que era, agora aguente a indignação passageira de seus amiguinhos.

Vendo gente que se diz Nerds atacando outros Nerds dessa forma vejo como um conflito que cada dia mais está recorrente em nosso mundo virtual, ainda mais quando se trata de novos nerds (Neo-Nerds). Éramos mais felizes antigamente mesmo.











05 maio 2019

Pokémon 20 Anos - Falando da Série Focando nos Brinquedos.



Olá a todos: mais uma vez com uma postagem nostálgica para falar de Pokémon e seus 20 anos no Brasil. O anime estreou em Maio na Record no programa Eliana e Alegria. O desenho narra as aventuras de Ash Ketchum e sua jornada para ser um mestre Pokémon e durante sua jornada ele conhece uma parceira Tsundere Misty e o mulherengo Brock. Ambos líderes de Ginásio de Cerulean e Pewter respecitivamente.

Foi um renascimento para o mercado de animes no Brasil, principalmente para o público infantil já que muito adolescente e adulto acha ridículo a animação. Sério, sofri muito Bullyng por jogar o jogo no qual ele era inspirado e assistir o desenho, mas na maior parte do tempo não ligava aquilo era meu mundo seguro.

Pokémon, como toda a animação baseada em games, tinha um jogo (ooh sério?) que foi lançado no final do ano passado no Brasil que era dividido em duas versões Azul, com o Pokémon Blastoise na capa, e Vermelho, com o Pokémon Charizard na capa.






O jogo vendeu como água e impulsionou as vendas do Game Boy, o portátil da Nintendo , ele custava inicialmente 49,99 (foi quando comprei minha primeira versão azul), posteriormente passou a custa 99,99 isso já quando o desenho embarcou aqui, então aumentou consideravelmente a procura dele por aqui.

No final daquele mesmo ano foi lançado uma versão extra desses jogos chamada Pokémon Amarelo que você podia utilizar o Pikachu na história mais parecida com a do desenho animado, além dos gráficos estarem atualizados com o desing da animação e colorizados quando jogados no Game Boy Color que foi lançado naquele ano, apesar de que precariamente. Além do jogo ter compatibilidade com a impressora do Game Boy que podia fazer adesivos com os desenhos do Pokémon da Pokédex.




Mas não ficou só nisso: no final daquele ano foram lançados brinquedos diversos dos personagens. As principais empresas que lançaram Poképrodutos foram a Estrela e a Glasslite.


Estrela.

A que teve mais Variedade de produtos lançados por aqui. Primeiro porque ela tinha a Licença da Hasbro que era a representante oficial dos produtos aqui que eram importados da Tomy que a fabricante oficial das miniaturas dos Pokémons até hoje junto com a Ban Dai. Abaixo tem alguns Poké Produtos que foram lançados por aqui. Não é certo de que tudo foi lançado, mas a maioria eu vi:

















Glasslite.


A Glasslite foi mais modesta e lançou uns chaveiros com personagens grandes, além de um combo com mini personagens chaveiro e lembro deles terem lançado esses mesmo personagens em unidade com uma Poké Bola em acrílico (não achei a imagem infelizmente):




Os Brinquedos Piratas  Bootlegs.


No ano que estreou o desenho, demorou muito pra chegar produtos oficiais, porém os camelôs já estavam prontos para a nova mania da garotada com diversos produtos curiosos e bizarros. Com nomes bizarros como Prodigy Pet (o mais comum de se encontrar na época):










Guaraná Antártica.


As miniaturas dos personagens também apareceram no Guaraná Antártica. As mini garrafinhas vinham com uma Poké Bola com um ´personagem. Custavam de 3 a 4 reais na época. Posteriormente esses mini Pokémons foram pirateados na época em maquinas de cápsulas a 1 real:


 





Claro que existiram muitos outros produtos, mas não achei mais nenhum que lembrasse com minha memória afetiva. E você, lembra de alqum produto Pokémon da época. Deixe nos comentários.


29 março 2019

Caso Marinha #15 - Estou Ferrado



Olá, depois de muito tempo estou aqui de volta com mais uma postagem, não muito feliz pra dizer a verdade. Mas que tenha que ficar registrado aqui o estrago em minha vida.

Como vocês sabem e venho relatando aqui a saga do processo que a União Federal moveu contra mim. E venho por aqui deixando um alerta e talvez uma esperança remota de ajuda, mas vejo que tenho que aceitar os fatos que estão ocorrendo comigo e como serviço a vocês que acho que a internet é muito mais que memes, humor e informações nerds cujo este blog se propor e se propõe muitas vezes, tenho que vir aqui falar sério.

Na última quinta feira estive na defensoria pública para acompanhar minha defesa ao processo que a União Federal move contra mim, pra quem não sabe clique aqui e tenha um apanhado do caso.

O processo foi julgado pelo STF e deu como improcedente a minha defesa e terei que pagar 40 mil a União devido a rejeição da Tutela Antecipada. Quem me atendeu disse que eles tentaram de tudo, até um recurso especial foi movido.

Expliquei que toda esse problema ocorreu porque a Marinha mandou uma carta na época, um ano após a pensão ser cortada pedindo o restabelecimento da mesma, e só recorri judicialmente porque tinha essa prova. Fui informado que fui induzido ao erro, além do processo de Tutela Antecipada ter sido mal redigido, se fosse pego antes a DPU teria dado um jeito de reverter. Que o que eu podia fazer é aguardar 5 anos e não ter nada no meu nome, porque se em 5 anos não se achar nada o processo seria arquivado. Se bem que posteriormente no julgamento viram que não tinha nada e eles pretendiam, se bem me recordo, descontar da minha contribuição previdenciária para ressarcir esse valor.

Infelizmente parece que esse é o fim de tudo: um conselho que eu digo a vocês que acompanham ou estão acompanhando agora esse caso. Não confiem em Advogados, eles representam vocês, sempre peça ajuda externa em casos delicados como o meu. Não se entreguem no desespero. Como no meu caso, que existia outra possibilidade como Mandado de Segurança só que é caríssimo (atendente me disse que custa em média 7 mil reais), não queiram essa dor de cabeça pra vocês. É tolice, justiça no Brasil é sofrer muito. E eu só queria a chance concluir meu ensino superior, isso não vai acontecer e vai ser pior: a União vai tomar algo de mim.

Abaixo vou deixar um vídeo meu comentando isso e quem quiser acompanhar as postagens clique no marcador Marinha.



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A internet não é feita apenas de memes, humor e entretenimento. Às vezes, ela também precisa ser um espaço de verdade.

Depois de muito tempo, esta postagem marca um retorno difícil. Um momento em que a criação de conteúdo deixa de ser apenas opinião e passa a registrar o impacto real de decisões judiciais, erros processuais e de como isso pode destruir projetos de vida.

Mesmo diante de um cenário injusto e pesado, este espaço continua existindo para alertar, informar e mostrar que por trás de perfis, textos e análises existem pessoas reais — com limites, dores e histórias que não cabem em estatísticas.

Se este blog ou o canal já te ajudaram a refletir, aprender ou enxergar a internet como algo além da superfície, sua contribuição ajuda a manter esse trabalho vivo, independente e honesto.

Apoiar é uma forma de dizer que conteúdos sérios, críticos e humanos ainda importam.

18 dezembro 2018

Não Foi Feito Pra Você: Quando Você Segrega O Remake de um Público Óbvio.




Pois bem a idústria do entretenimento não vive nos seus melhores dias: hoje se vive de uma polêmica envolvendo a repercurssão em cima de reinvenção de animações que foram sucesso no passado. Produções podadas pelo politicamente correto.



A consequência e a não a aceitação pelos fãs das antigas versões desses produções. O que vem sendo alvo da mídia. O centro desta argumentação está em "o produto não é pra você". Então por que fazer um remake de uma coisa que já existe com um público cativo se não há interesse em explorar este público? Não faz sentido ter um produto seja este filme, animação ou série que se foque em um público só, no caso a nova geração.

Isto é dar um tiro no pé. Veja bem: mesmo com a existência de um produto clássico todos aqueles que curtem o universo daquele personagem gostam de uma nova história. Quem não gostaria de um remake de Caverna do Dragão? Histórias boas não envelhecem, recontá-las e corrigir um ou outro erro de roteiro é benéfico pra ela, CDZ que o diga. 



Mesmo em remakes e continuações há divergencias: há quem goste mais de Dragon Ball Z, outros gostam mais do Super. Veja se existe alguma perseguição midiática em cima dessas pessoas? E se ocorre discussão com uma continuação de uma série, imagina quando ela é refeita ou se muda o sexo do personagem, um redesing infeliz ou uma mudança no comportamento deste personagem? Se a nova versão for boa e tiver aceitação de boa, mas vai ter pessoas não gostando dessa versão. O que é perfeitamente normal e sadio dentro de uma sociedade democrática. É inevitável quando se mexe na memória afetiva de um público que haverá repercussão, positiva e negativamente. Nenhum dos lados deve ser reprimido ou escrachado midiaticamente. 



Esse pessoal do entretimento moderno ocidental, dos criadores a imprensa, só tem criado um ambiente de conflito cultural a esmo, forçando coisas como representatividade e priorizando isso ao entretenimento. Resultando em antipatia pelo público. Se precisa tanto de algo para o público atual seria mais válido a criação de novas animações para este que eles dizem tanto existir, além de estabelecer mercadologicamente. Quanto aos remakes, se eles querem continuar com isso que ao menos deixem que o público julgue aquilo que ele quer ver: ele é o consumidor. Se ele levou aquela produção no passado para o status de cult, ele pode sim criticar.



Quando você utiliza o não foi feito pra você, acaba restringindo a produção quando ela poderia abraças tanto os novos fãs quanto os antigos.


11 dezembro 2018

Sobre Cavaleiros da Netflix, Representatividade e Perseguição aos Fãs.



No último fim de semana tivemos a revelação durante a CCXP do trailer da nova animação de Saint Seiya para a plataforma de streaming Netflix. O trailer mostrou algumas mudanças na série quanto a animação que agora é em 3D entre outros detalhes. Mas o que mais chamou atenção e polêmica foi Shun de Andromeda como uma integrante mulher.



A inclusao da personagem foi questionada pelos fãs que dentro do universo criado. O roteirista Eugene Son deu uma declaração genérica de que o mundo mudou: garotos e garotas lutam lado a lado, aquele papinho progressista. Isto motivou o descontentamento de diversos fãs, até porque a mudança se deu justamente com o cavaleiro que era considerado o mais sensível e feminino do quinteto, e por que Shun, agora como mulher, não usa máscara, uma condição obrigatória para as demais guerreiras da trama, as amazonas. Além da nova Shun não passar a mesma personalidade do personagem original, que é delicado e pacifista.



O que muitos não sabem e que essa nova versão dos personagens tem como alvo principal o mercado americano, cujo o anime foi lançado em 2004 e foi um fracasso comercialmente. A empresa que trabalhou com a série original foi a DIC (hoje DHX). Por lá foram exibidos 114 episódios com censuras bizarras nas cenas sangrentas:





 A Toei cedeu os direitos a Netflix para uma nova versão afim de conquistar os americanos com sua linha de produtos e colecionáveis. Assim como o criador da série Masami Kurumada não está tão preocupados com a descaracterização da série principal. Só quer colher os frutos dessa parceria. Assim como o caso do Dragon Ball Evolution, que o criador do universo inspirador do filme  Akira Toryama disse ter gostado da adaptação. O objetivo é vender os produtos da marca com uma versão mais palatável aos gringos, e como os produtores de séries e animações bebem atualmente da fonte do progressismo a qualquer custo, mesmo que este gere prejuízos muitas vezes. Consequentemente a nova série dos defensores de Athena passaria por essa adaptação forçada.



O fato é que a Netflix vem fazendo diversos remakes de séries e animações antigas e colocando inserções que desagradam os fãs do conteúdo original. E a mídia, principalmente a americana, vem atacando esses fãs. Como no caso do remake da She-Ra lançado em Novembro, em que a imprensa tem feito ataques massivos aos fãs que não gostaram da obra e utilizando espantalhos tratando estes com estereótipo de velhos de 30 anos. O que levou lá nos EUA a dubladora da série original indo em defesa dos fãs desta inclusive acusando a Dreamworks, detentora atual dos direitos da personagem, a tentativa de censura a qualquer crítica a série da plataforma. 

Mesmo assim, ainda tentam empurrar ideologias de representatividade em produtos consolidados muitas vezes de maneira errônea. Como no caso de Cavaleiros onde há mulheres guerreiras e fortes inclusive uma linha do tempo alternativa, com protagonistas mulheres.

 

Estamos num momento de guerra cultural intensa no meio do entretenimento com o material produzido acidentalmente,  tanto com as produtoras que insistem em empurrar a qualquer custo a política da diversidade sem sutileza, sensibilidade e respeito aos remakes de produtos conhecidos pelo público quanto pela mídia especializada do meio que caça  e perseguem os fãs que criticam e os perseguem de diversas formas, porque se não jogarem o jogo dentro desse meio comprometem suas carreiras mesmo que o produto não tenha qualidade.




13 novembro 2018

B Daman: Destinado a Obscuridade



No mundo da cultura pop e do marketing existem coisas que param nas mãos do público sem planejamento e nenhum aviso, mas que se fossem trabalhadas, talvez rendesse algo a ser explorado.

O caso que falarei hoje é de B Daman. O B Daman (Bidaman) é um brinquedo de tiro. O brinquedo surgiu em 1995, com base no boneco Bomberman. Por isso tinha o nome de Bomberman B Daman e teve seu primeiro game lançado pra Super Famicon (Super Nintendo).

Durou de 1995 a 1997. A partir de 1998 os kits vinham desmontados com peças que podiam ser intercambiadas. Até 1999 utilizava-se o personagem Bomberman nos brinquedos. Alguns desses modelos chegaram ao mercado paralelo Brasileiro entre 1999 - 2000:




Em 2004 a Hasbro fecha acordo com a Takara pra lançar nos Estados Unidos o B Daman. E em 2005 lança Battle B Daman. Em 2007 me recordo de em uma sessão de brinquedos do Carrefour ver brinquedos da linha por aqui (provavelmente importado por ela). Só que não dei atenção:




B Daman é basicamente um jogo de tiro com diversas modalidades: você compra lançadores que são uma espécie de bonecos que disparam bolas de gude (biidamas) em alvos ou em batalhas de um contra outro.


Quanto aos jogos a maioria é em Japonês, o único jogo com localização ocidental (em inglês) é o B Daman: Fire Spirits (B-Densetsu Battle B-Daman 2). O jogo foi lançado para Game Boy Advance:



Além do Anime Crossfire que está na Netflix e é exibido na Band no bloco de animações Verão Animado. O anime chegou por aqui sem trazer o que é seu objetivo: vender brinquedos. Se você veio aqui por busca sobre como adquirir sugiro o Mercado Livre, mas vai ter que desembolsar uma boa Grana: porque os lançadores não saem por no mínimo 150 reais e um campo para batalhas com jogadores a partir de 250 reais, tudo porque o fabricante (Hasbro) descontinuou o produto já que ele foi lançado em 2014:




É uma má notícia se você for um dos poucos que desejavam adquirir o brinquedo empolgado com a animação: infelizmente não há qualquer previsão da Hasbro em lançar por aqui. Quanto a animação é mais um daqueles casos raros hoje em dia de animações baseadas em brinquedos que nunca chegaram aqui, mas aqui o caso é curioso porque a animação chegou aqui só que os brinquedos chegaram em outra época. Um dos grandes problemas dos produtos japoneses: como é que você vai vender e popularizar um produto se você tem o desenho e ele não tem nas lojas ou tem nas lojas e você não tem o desenho pra despertar o interesse. Não podia deixar de comentar.

Abaixo vou deixar fotos de uma montagem de um modelo Bomberman B - Daman. Eu tenho um piratinha aqui, só que é bem frágil:







06 novembro 2018

Novembro 2018



Olá pessoal. Faz tempo que não narro minha vida por aqui. Bota tempo nisso: não me dedico ao blog pra isso faz muito tempo, até porque creio eu com essa geração que tudo está no Youtube poucos se aventuram a escrever em blogs ainda.

Mas como eu gsot ode deixar as coisas por escrito, até porque não tenho equipamento pra fazer um vídeo incrementado vamos lá: praticamente no final do ano resolvi escrever como andam as coisas em 2018.

No trabalho vai tudo bem, estou com dois anos de empresa já. Apesar de algumas mudanças terem me abalado um pouco (vou deixar pra contar outra hora) estou muito bem e acredito ainda poder sobreviver mais um pouco. As experiências estou pegando pra incrementar meu currículo e até dar uma atualizada no Linkedin. Eu quero poder alcançar mais e mais, apesar de não ter concluído o ensino superior e mal tendo tempo e dinheiro pra pagar um curso pra me especializar em algo, estou tocando o barco com meu talento e com o aprendizado adquirido e o novo. Acho que não existe uma fórmula pra sobreviver ao mercado de trabalho: você tem que perseverar, buscar contatos, criar vínculos com pessoas já dentro de um meio que possa te passar algo legal pra chegar aonde se quer... Queria mesmo que alguém pudesse me patrocinar, mas sei que é dificil, muitos estão no mesmo barco que eu. No geral, não tenho do que reclamar muito, só depende do meu empenho dentro e fora do meu ambiente de trabalho.

Eu decidi largar um pouco dos anti depressivos, tive uma crise em Janeiro e estava usando eles para me controlar. Mas fui tirando pouco a pouco estes. Digo a vocês que as coisas tem melhorado um pouco, quando me sinto assim procuro me afastar, ficar longe. Da última vez fui da minha casa até o Campo de Gericinó, um parque tipo reserva natural que tem por aqui, fui lá e vendo todas aquelas maravilhas da natureza desabei. Por ser chefe de família as pessoas tem a visão de que temos que ser fortes, mas temos nossos momentos de fraqueza. Ainda mais quando brigamos com quem amamos. 

Estava muito tenso com as Eleições: tive momentos que nem tinha vontade de visitar redes sociais, e tentava ponderar minhas opiniões. Mesmo assim perdi uma amizade :(. O incrível é que tem pessoas com divergência de opiniões políticas no meu Facebook e a pessoa que menos esperava isso desfez amizade comigo. Depois de 2014 o Facebook melhorou muito: você pode por em soneca e foi bom pra algumas pessoas. Não gosto de desfazer amizade, mas queria filtrar as postagens políticas, e como tinha gente fazendo campanha a um lado que não era bom, fiz pra aliviar. 

Quanto ao processo da Marinha continuo acompanhando, só que ele foi arquivado pra ser digitalizado para ser julgado pelo supremo. E enquanto ao iventário da casa também estou atento, mesmo este na mão da minha tia.

É basicamente meu 2018 até agora, não deve mudar muito. Espero estar em melhor condições pra escrever. Abraços.