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08 agosto 2016

Panini Lança Novos Cards de Dragon Ball Z



Amigos a Panini investe mais uma vez na franquia Dragon Ball: dessa vez com cards colecionáveis dos personagens de Dragon Ball Z. O Livro Ilustrado Dragon Ball Z Fusion reúne 180 cards dos personagens trazendo um checklist completo de todos os cards disponíveis. O livros já está disponível nas bancas de jornais por 9,90 e o pacote com 4 cards por 2,50. Mais informações no site oficial (clique aqui).



15 fevereiro 2014

Video Review - Animais da Fazenda (Planeta de Agostini)



Um novo video review depois de muito tempo de hiato, dessa vez da coleção Animais da Fazenda da Planeta de Agostini. Espero que curtam este novo vídeo:


11 outubro 2013

Porque Dia Das Crianças é Dia de Ganhar Brinquedo!


Amanhã é dia 12 e já aproveito a desejar a todos que são crianças e foram uma um feliz dia das crianças. E como não fazer isto com a propaganda de uma das emblemáticas fabricantes de brinquedos nacional: Estrela. Tá certo que hoje ela não seja nem a metade do que foi nos anos 80 e anos 90. Mas é lembrada com muito carinho para quem viveu esta época. Lembro de alguns que eu tive nesse folheto: Ponte Car, Bonecos dos Vilões de He-Man, Heróis do Super Powers (tive o Super Homem e o bizarro Super Móvel) e os inesquecíveis Comandos em Ação.

Esse scan tirei do blog Propagandas de Gibi. Recomendo o mesmo para quem curtia gibi e desejava os produtos que eram anunciados nesses impressos. Uma época em que o politicamente correto não cuidava de como os filhos deveriam educar seus pais.

07 outubro 2013

Super Onze e a Difícil Missão de Popularizar o Mangá Para as Crianças.


Essa semana eis que chegou as bancas o Mangá do Super Onze. O lançamento do título foi com o objetivo da JBC conquistar o público infantil. Fique agora com minhas impressões:

O Mangá foi lançado no formato de gibi infantil e estava do lado de outros títulos para o mesmo público como Mônica e Disney. Não preciso dizer que a concorrência tem mais clientes fiéis e preços similares aos do referido título. Sendo que há também títulos bem mais em conta da Pixel como Luluzinha, Riquinho entre outros. O que vejo que falta a este título é mais divulgação e uma certa maior popularidade, lembrando que seu produto de divulgação ( o anime) não é mais exibido e foi exibido por uma emissora que não teve competência para administrar (Rede TV).

O gibi (assim que vou chamar a partir de agora, já que a editora o formatou como tal) contém o primeiro capítulo do mangá e com a famosa leitura oriental. O que leva algum tempo para os pequenos pegarem o jeito. Não é recomendado para crianças que estejam aprendendo a ler, esse tipo de leitura mais atrapalha que incentiva propriamente. Tá você Otaku purista iria achar um sacrilégio se fosse do modo ocidental, mas tenha em foco quem vai ler o título e ao menos que a proposta do dito (provocar interesse na leitura de quadrinhos orientais) faça efeito. 

Outro ponto: o mangá é preto e branco. Aí você vem com o comentário de que todo Mangá é assim. Certo, mas para uma criança é mais atrativo páginas coloridas. Até porque a criança não tem ainda senso crítico ela vai buscar o bonito e o colorido, imagem conta mais para uma criança do que pro adulto. 

Outro ponto: Popularidade. O que é mais popular? O que a massa conhece mais? Nem preciso responder essa. Turma da Mônica é exibido no Cartoon, Mickey tem o Disney Channel... E Super Onze em que tv passa atualmente?

Um outro ponto: divulgação. Que veículo a empresa usou para divulgar o gibi? Internet. Crianças acessam com frequência sites de quadrinhos e mangás. Que eu saiba, poucas. Ela se interessam mais em jogos tipo flash e atividades diferentes à ficar em redes sociais buscando qual mangá ou gibi, elas vão comprar na banca: elas vão escolhem o pai compra e ponto. Quando não são os pais que o fazem, isso volta ao ponto popularidade. Quando senão elas ficam sabendo pelo amiguinho da escola ou mesmo por propagandas em canais e revistas dedicadas a este público.

Eu poderia citar outros pontos como o fato de não ser uma história completa, você tem que acompanhar os números para ter ao menos um arco de história fechado, mas eu acho até desnecessário falar isso. Porque você vê uma iniciativa de uma editora até que válida, mas só que mal feita. É assim que é o mercado de mangás do Brasil. Uma pena que falta de planejamento e de conhecimento do público lima um título com até um bom potencial. De positivo fica o tema futebol, apesar de ser mais uma série de garotinhos com superpoderes que usam no esporte.

Para vocês pais que queiram se arriscar serão 34 edições (que na verdade são 10 do original japonês) com uma média de 50 a 80 páginas, o preço de capa é 4,90.

18 setembro 2013

Análise: NW Especial 12 Pokémon Black and White


Durante muito tempo colecionei revistas de games. Mas a maior coleção que tive foram mesmo das Nintendo World. Comecei em 2000 e cheguei a ter a número 1 doada por um colega, porém não fui atrás dos outros exemplares. Além dessas gostava muito da Gamers Pró Dicas porque ela ia direto ao ponto que me interessava: dicas e truques escondidos dos jogos (que foram extintos devido a onde de DLCs).

Quanto a NW como disse cheguei e colecionar até 2004, parei por problemas financeiros e porque a Internet já me supria quanto a informação que precisava. Eventualmente comprava algumas edições e de uma outra revista Nintendista similar a N-Gamer (que acho que faliu). Tenho a primeira Edição da N-Gamer com um guia muito bom para Diamante e Pérola do DS.

Quanto a especiais, sempre gostei daquelas que tratavam de jogos específicos, aliás foi algo que a NW ficou a dever esses últimos tempos. Talvez por falta de relevância de títulos marcantes, bem como o fim da filial americana Nintendo Power (de onde eles chupinhavam algumas coisas). O que sempre gostei foram de especiais dos jogos Pokémon. Acho que por mais que se tenha internet não nego o charme de se ter um material impresso com detalhes e segredos sobre o meu game favorito. Os últimos especiais da 3 e 4 geração se resumiram a reles pósteres com as infos de onde achar os Pokémons e umas dicas de treinamento, mas não tratavam do game em si, embora não deixava de ser um material interessante. Só que nunca perdoei a revista pela falta de um guia completo impresso como fez na época do Game Boy. Acredito que se fosse um guia completo sairia mais caro, mas seria mais compensador. Só que eles devem achar que não vende, por isso não o fazem.

O pior ficou o desleixo com a 5 geração (a geração mais curta da franquia) eles não se indignaram a fazer nenhum material especial durante a mesma (talvez com isso eu me animaria mais, até porque sempre é bom ter um guia para os games Pokémon). Apesar de dominar Inglês muito bem, gosto de ter guias dos jogos afim de poder ver se deixei passar algo no game, gosto de fuçar até a ultima gota games Pokémon. E me ajuda a ganhar tempo, coisa que eu tenho pouco.

Só agora no mês véspera do lançamento de Pokémon X e Y é que eles tiveram a consideração com seus leitores e lançar um especial. Eu considero o especial bom pelo preço que paguei (7,90), porém achei bem raso e trata de jogos Pokémon que na minha opinião acho dispensáveis (apesar de achar útil as dicas de Pokémon Conquest). O problema é que esse material veio TARDE DEMAIS, a 5 geração vai embora e não vai valer de nada pra quem quiser jogar na real e competir em torneios, já que BW será substituído por XY. É dose uma revista carregar o nome de uma empresa de games e não pensar nisso e em como esse tutorial seria útil aos novos jogadores que não sabem Inglês e um guia sempre vem bem a calhar para os mesmos. Por isso que as revistas de games sempre perderão para a internet. 

Fica a saudade de quanto a NW era boa e lançava seus guias na época certa...