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07 outubro 2025

Netflix e a Infância em Conflito: O Limite entre Representatividade e Exposição Precoce

 




Nos últimos dias, uma onda de vídeos e denúncias tomou conta das redes sociais americanas: pais do mundo todo começaram a publicar trechos de desenhos e séries infantis disponíveis na Netflix que trazem diálogos sobre identidade de gênero, pronomes neutros e relacionamentos homoafetivos. As cenas, extraídas de produções como Strawberry Shortcake, Jurassic World: Acampamento Jurássico, Monster High e The Babysitters Club, reacenderam um debate que vinha se arrastando nos bastidores de Hollywood: até onde vai o direito de “representar” — e onde começa a interferência sobre a formação da criança?


Nos clipes compartilhados, personagens explicam o uso de pronomes “they/them” (Elu/Delu), crianças corrigem médicos sobre “gênero errado” e há beijos e casamentos entre casais do mesmo sexo em tramas classificadas como apropriadas para menores de 7 anos. A reação foi imediata: milhares de assinantes começaram a cancelar suas contas, enquanto o tema explodiu no X (antigo Twitter), impulsionado até por Elon Musk. Estimativas iniciais apontam que a Netflix perdeu bilhões em valor de mercado em poucos dias, reflexo de um descontentamento que não é novo — mas que agora atingiu o público infantil, o mais sensível de todos.


Discussão deixa o terreno ideológico e entra no campo do bom senso.



Não se trata de negar a diversidade humana, nem de apagar o direito de cada um existir como é. O ponto é outro: a sexualidade não é um tema estabelecido na infância — é uma dimensão em construção, que depende de maturidade emocional e compreensão gradual. Introduzir conceitos como transição de gênero, fluidez identitária e pronomes neutros em desenhos voltados para crianças pequenas é, no mínimo, precipitado.

A infância é o território da imaginação, do aprendizado simbólico e da descoberta do próprio “eu” em sua forma mais simples. Quando transformamos esse espaço em um campo de disputa ideológica, corremos o risco de confundir mais do que educar. Uma criança de 5 anos não entende o que é “não-binário” — mas entende o que é aceitação, empatia, amizade. E são esses valores que deveriam ser o eixo de qualquer produção infantil.

O alerta não é contra a representatividade, mas contra o ritmo e a forma com que ela vem sendo inserida. Muitos roteiristas e produtores projetam, em suas criações, as lacunas que sentiram na própria infância — o que é humano —, mas esquecem que o público-alvo não compartilha de suas experiências adultas. O resultado é uma infantilização da pauta adulta, onde a complexidade da sexualidade vira espetáculo colorido, e não aprendizado natural.


Ser prudente não é ser reacionário.


É compreender que cada fase da vida tem seus próprios degraus, e que a pressa em “educar para o futuro” pode atropelar a serenidade do presente. A Netflix — assim como Disney e outras gigantes — precisa entender que infância não é laboratório social, é fase de proteção. E que respeitar o tempo das crianças não é negar o futuro, mas garantir que ele chegue de forma saudável e consciente.


O debate está posto.


A questão agora é: vamos continuar confundindo liberdade com imprudência?
Ou vamos, finalmente, permitir que as crianças sejam apenas crianças — antes de tentar transformá-las em pequenos adultos que carregam as neuroses do nosso tempo?



🧠 Educação e Sexualidade Infantil: Leituras Esclarecedoras 📚

A formação da sexualidade infantil deve ser tratada com sensatez, empatia e diálogo. Estes livros ajudam pais e educadores a compreenderem as fases do desenvolvimento e a criarem uma comunicação saudável sobre temas delicados, como curiosidade, autoconhecimento e respeito. Cada obra abaixo oferece um olhar equilibrado e fundamentado para quem deseja orientar sem impor — e educar sem tabu.


📖 Sexualidade Infantil

O que dizer quando meu filho me perguntar como nascem os bebês? E quando surgirem os primeiros impulsos sexuais? Esta obra oferece ferramentas práticas para pais abordarem o tema sem constrangimento, explicando o valor do amor humano e o papel da liberdade e do autocontrole. Um guia de sensatez em tempos de excesso de estímulos externos.


📖 Como Falar sobre Sexualidade com as Crianças

A psicóloga Leiliane Rocha ensina como conversar sobre sexualidade conforme a idade da criança, com respeito ao ritmo e à curiosidade natural dos pequenos. O livro é um guia prático para derrubar tabus e formar indivíduos emocional e sexualmente saudáveis, com base em empatia e responsabilidade.


📖 A Educação Sexual da Criança

André Berge analisa as estruturas familiares e sua influência na formação afetiva e sexual das crianças. A obra discute como o equilíbrio entre as figuras paterna e materna favorece um desenvolvimento saudável e evita distorções emocionais, trazendo reflexões valiosas para pais e educadores.


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14 setembro 2025

A Morte de Charlie Kirk e o “Ponto de Virada” no Debate Político Global

 


A morte de Charlie Kirk, fundador da organização Turning Point USA, não apenas chocou seus seguidores, mas também se tornou um marco histórico no debate político internacional. Ironicamente, a “Turning Point” — traduzida como “ponto de virada” — virou realidade: o assassinato do ativista conservador foi interpretado por muitos como o estopim de uma mudança profunda no comportamento da direita diante dos ataques que tem sofrido.

Asmon Gold e o efeito cascata nas redes sociais

Entre os nomes que reagiram ao caso, o streamer Asmon Gold, uma das maiores vozes da internet nos Estados Unidos, ganhou destaque. Ele expôs empresas e profissionais da indústria dos games que teriam comemorado publicamente a morte de Kirk.
Segundo Asmon, companhias como a Sucker Punch (responsável por Ghost of Tsushima) precisariam se posicionar e agir contra funcionários que celebraram a tragédia. O argumento é direto: quem festeja um assassinato ultrapassa o limite da divergência ideológica e abraça a crueldade.

Radicalismo, mídia e empresas sob pressão


A reação conservadora nas redes ganhou força com cobranças a empresários, empregadores e marcas. O recado foi claro: não há mais espaço para tolerância com quem celebra a morte de opositores. O emprego, visto como um ato de confiança, não pode ser dado a pessoas que normalizam ou incentivam violência política.
Esse movimento também pressiona companhias a reverem posturas, já que o boicote digital e a queda de reputação são consequências cada vez mais rápidas em tempos de redes sociais.


O paralelo com outros casos de violência política


A morte de Charlie Kirk não é vista de forma isolada. Citam-se casos como o atentado a Jair Bolsonaro, o ataque a Donald Trump e o assassinato de outros ativistas de direita ao redor do mundo. O padrão, para muitos analistas, revela uma escalada de violência política que não pode mais ser ignorada.

Um chamado à ação

Empresários como Thalis Gomes reforçaram a ideia de que líderes e empreendedores precisam agir: monitorar, expor e punir atitudes de ódio contra adversários ideológicos.
A mensagem é simples: valores e princípios precisam prevalecer no mercado de trabalho e na vida pública.


 

Conclusão


A morte de Charlie Kirk se torna, para muitos, um símbolo de resistência e um chamado ao despertar da direita global. Se antes havia silêncio diante de ataques, agora a narrativa é outra: “Chega de tolerância com a intolerância”.
Mais do que uma perda, o episódio representa um ponto de virada no debate político — um turning point que poderá definir os rumos das próximas décadas.

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04 agosto 2025

Censura Econômica e o Fim da Liberdade nos Videogames

Quando até o seu cartão se torna uma mordaça.

Bem, eu imagino que você já deva saber o que está acontecendo, né? A respeito de um certo joguete de chantagem, manipulação e censura financeira em cima de videogames, a partir de certas financeiras — ou seja, bandeiras de cartão de crédito.

Muitas vezes o único caminho viável para comprar jogos em plataformas virtuais acaba sendo sabotado em mais um desdobramento da tal hipocrisia industrial, que desagua muito mais no consumo de videogames do que em muitas outras obras. Já falei disso várias vezes aqui em vídeos de opinião, e sempre aparece algum imbecil dizendo que eu tô exagerando, que sou louco, conspiracionista.

Claro, sempre tem também um ou outro debiloide: “Ah, mas esses negócios de anime, conteúdo adulto, é coisa de depravado, de gente doente.” Sempre aparece um babaca pagando de moralista, né? Enquanto na intimidade testa vibração de joystick desde o primeiro DualShock — eu tô ligado.

Mas enfim, esse não é o ponto. O ponto é que entretenimento adulto não inclui apenas erotismo — que você tem o completo direito de consumir, ao menos devia. Muitos grandes artistas passaram, de alguma forma, por algo considerado “adulto”: jogos, filmes, livros, quadrinhos violentos, bizarros, eróticos.

Esse tipo de obra oferece um ambiente de desenvolvimento criativo onde o artista cria livremente, sem pressão. Por isso tantas grandes histórias da ficção são de classificação adulta. Não porque toda obra adulta é incrível, mas porque o reprovável por falsos moralistas é um campo fértil para começar a criar, mesmo com pseudônimos, como tantos escritores já fizeram.

Essa, meu amigo, é a magia da liberdade. Crescemos acreditando que liberdade de escolha era uma conquista. Que ao ser adulto, você teria o direito de decidir o que consumir, ler, assistir, jogar. Que bastando algum dinheiro no bolso, o mundo estaria ao alcance de um clique.

Aí começa o bloqueio. Não o bloqueio institucional com juízes e polícia. Não uma censura estatal. Mas o cursor travando quando você tenta comprar um jogo na Steam. Talvez um jogo adulto, legalmente vendido, com classificação indicativa, descrições honestas — o tipo de conteúdo que você não só tem o direito de consumir, mas que faz parte da pluralidade cultural.

Por trás da recusa está uma articulação silenciosa entre empresas de cartão de crédito e grupos moralistas, fazendo processadoras banirem jogos considerados “problemáticos”. O problema é: quem decide o que é problemático?

Esse tipo de entretenimento é o último bastião da liberdade. Quando ele é atacado, todo o resto pode ser relativizado. Qual o próximo passo?

Steam e operadoras de cartão estão dobrando o joelho à moral fabricada. Jogos foram deslistados, desenvolvedores silenciados, e você ficou com a sensação desconfortável de que algo escapou do seu controle: sua liberdade de escolha.

O que acontece com os jogos adultos na Steam não é um caso isolado. É um modelo em expansão. Uma forma de controle mais insidiosa, mais eficiente, mais covarde. Chama-se censura econômica.

O truque é engenhoso. Não se discute se o conteúdo é legal ou válido. A questão é se os intermediários querem associar sua marca àquilo. Com uma linha de código, empresas como Visa, Mastercard, PayPal, Stripe te impedem de adquirir algo.

Nenhuma lei é violada. Nenhum escândalo estoura. Apenas uma atualização nos termos de serviço que ninguém leu. Essa é a nova censura: não há guerra, apenas a torneira fechada. Quando o povo é gado, não precisa tanque de guerra.

E, claro, isso não é cuidado. Isso é poder. Um poder covarde que censura sem se comprometer, que impõe silêncio sem gerar manchete. Quem controla o fluxo de dinheiro controla o que pode existir no mercado — e decide o que é cultura.

Enquanto isso, apostas online, loot boxes, microtransações abusivas continuam firmes, mesmo explorando crianças e vulneráveis. Mas um jogo adulto com narrativa, uma visual novel de estúdio indie? Criminoso!

O jogo só permanece se for domesticado, higienizado, adequado ao padrão moral flutuante. Isso não é proteção. Isso é opressão.

A censura moderna não proíbe. Ela desaparece com o conteúdo. E é isso que a torna perigosa. Porque o consumidor médio ainda acredita que é dono da própria carteira. Mas não é.

O que está em jogo é a sua autonomia. Seu direito de consumir cultura adulta, de acessar histórias densas, complexas, ousadas. De decidir o que vale ou não seu tempo e seu dinheiro.

A GOG deu o contra-ataque. Em uma ação política, lançou a campanha Freedom to B, liberando 13 jogos adultos de graça por 48 horas. Não era sobre lucro. Era sobre mensagem.

Jogadores começaram a se organizar. Boicotes. Petições. Pressionar operadoras com telefonemas, comentários públicos. A luta é longa, porque o sistema é fechado. Tudo se encaixa. Tudo se protege sob a máscara da moderação e da segurança.

Você só queria jogar um título adulto no fim de semana e foi arrastado para uma guerra cultural. As plataformas dizem estar “seguindo diretrizes”. Os grupos moralistas se dizem preocupados. Mas ninguém diz quem criou essas regras.

Tudo isso é eficaz porque ninguém assume responsabilidade. O que está em jogo não é pornografia ou violência — é liberdade de expressão artística.

Videogames são hoje a maior indústria de entretenimento do planeta. Mas continuam tratados como parque infantil. A arte se expande, mas só até onde os bancos deixam.

Você pode dirigir, se casar, ser preso, mas não pode comprar um jogo que desafia convenções. Porque alguém, em algum lugar, achou que isso poderia dar problema.

Essa partida não é na tela. É na sua mente. Contra a escravização da sua alma. Contra o cerceamento da sua liberdade.

Não aceite calado. Denuncie. Questione. Faça barulho.

Não é sobre sexo, violência, ou pornografia. É sobre autonomia.
É sobre não permitir que uma bandeira de cartão decida o que você pode sentir, pensar ou criar.

Fonte: Censura nos Games do canal Baião Games.


26 outubro 2024

Tomb Raider da Netflix: Uma Mulher Sensual e Segura de Si não Existe e não pode Ser Arqueóloga



A Netflix trouxe de volta Lara Croft na animação Tomb Raider: The Legend of Lara Croft, reinventando a icônica personagem de maneira tão drástica que muitos fãs questionam se o espírito da heroína original foi mantido. Lara, que uma vez personificou a coragem e a autossuficiência de uma arqueóloga destemida e independente, agora surge com uma imagem mais neutra, menos confiante, e uma personalidade abertamente vulnerável, o que mostra uma grande perda de identidade. 


Na nova versão, as características clássicas de Lara são quase irreconhecíveis. Ela aparece com uma estética sem curvas e com uma personalidade mais insegura e emotiva, contrastando com sua representação clássica de mulher segura e independente. Essa abordagem busca tornar a personagem mais próxima do público contemporâneo, mas para muitos, sacrifica a essência de uma figura poderosa e destemida que, por décadas, inspirou gerações. 


Além disso, a animação opta por se afastar de elementos clássicos da franquia, ignorando vilões icônicos, como Natla, que representava uma ameaça direta e ambiciosa. O enredo clássico, que contava com vilãs que personificavam antagonismos claros e ameaçadores, é deixado de lado em favor de uma reinvenção total da própria identidade de Lara, o que é uma oportunidade perdida. 



Essas mudanças, porém, já vinham sendo construídas desde a linha “Survivor” dos jogos mais recentes, onde a Crystal Dynamics introduziu uma Lara introspectiva e humanizada. Embora essas características tenham trazido um novo tipo de profundidade à personagem, também reduziram o impacto de sua força e autossuficiência, transformando-a em uma figura mais frágil e com menos idealismo, aspectos que fizeram a Lara original um símbolo de poder e segurança. 



A Netflix também aplica mudanças na orientação sexual e comportamento dos personagens secundários, aparentemente com o intuito de se alinhar a uma narrativa de inclusividade. No entanto, essas adaptações parecem forçadas e acabam diluindo a imagem da heroína icônica que, com sua independência e autossuficiência, inspirou diversas gerações. 




A nova abordagem levanta uma questão: até onde se pode ir na reformulação de um personagem antes que sua essência se perca? Para muitos, a figura da mulher independente e segura de si é agora uma raridade, quase uma ausência, em nome de uma adaptação que prioriza fragilidade e insegurança. Ao deixar para trás a força icônica da personagem, *Tomb Raider: The Legend of Lara Croft* nos entrega uma heroína que não mais reflete o ideal de coragem e aventura que fez de Lara Croft um ícone. 

06 novembro 2016

[Curiosidade] Como Eram Adaptados Os Fliperamas Consoles



O canal do Youtube ESWBR postou no último dia 5 uma aquisição curiosa: um Super Nintendo adaptado para arcade, durante sua exibição uma postagem do blog aparece no vídeo. Vocês verão uma parte da postagem Recordar é Viver #8 1 ficha = 10 minutos a partir de 1:36 do vídeo:
 

Neste outro vídeo ele disseca a placa explicando um pouco mais seu funcionamento:



Acredito que esse sistema tenha sido utilizado para outros consoles da época que mencionei em Recordar é Viver #8 pra quem quiser ler sobre é só clicar aqui.

08 maio 2016

Barba Azul (Grimm's Fairy Tale Classics)



Olá pessoal: mais uma vez estou aqui para comentar sobre desenhos. Hoje resolvi fazer diferente: vou comentar aqui sobre um anime baseado nos contos de fadas chamado Grimm's Fairly Tale Classics. Acabei chegando nesse anime depois de procurar sobre o conto do Barba Azul um conto bizarro sobre um misterioso homem viúvo de 6 esposas no qual uma garota que tinha 3 irmãos é oferecida como casamento para este. Como os irmãos eram muito pobres e ela sonhava em se casar com um príncipe encantado, a jovem aceita se casar com o tal homem sem antes conhecê-lo.



O misterioso homem de barba azul pergunta se ela tem medo dele por sua aparência? Ela diz que não e ele responde que não precisava ter medo e que deve ter confiança total já que ele era seu marido. Se ela conseguisse compreender isso teria toda a felicidade que ele poderia oferecer.

A mulher fica impressionada com o tamanho da mansão e chama a atenção um quarto isolado da mansão. A mulher é convidada a jantar e é tratada com tudo do bom e do melhor pelo misterioso homem. Enquanto isso os irmãos ficam arrependidos de oferecer a irmã para casamento ao nobre e resolvem ir até a mansão do dito a procura de notícias da mesma. E acostumada com a mordomia a mulher começa a ser mandona e tratar mal os empregados.

O nobre teria que viajar e deixa as chaves da mansão de responsabilidade de sua atual mulher inclusive a do quarto que ela tinha anteriormente visto. Para que no caso se ela estivesse aborrecida poderia abrir qualquer quarto da casa que ela iria encontrar tesouros e coisas interessantes em cada um deles, além destas foi dada uma chave dourada para o quarto misterioso que ela nunca deveria abrir sob hipótese nenhuma. Para o bem dela e do marido.

Ela começa a explorar a mansão e encontra tudo de melhor em riqueza e luxo, mas isso não segurou a vontade dela em abrir a sala com a chave dourada. Ela abre com a intenção de dar uma espiada na tal sala e se depara com uma horrível revelação: Ela encontra os corpos de suas esposas anteriores mortos pendurados nas paredes da sala como enfeites macabros. Misteriosamente a sala começa a se tingir de sangue oriundo dos corpos das falecidas esposas, inclusive manchando de sangue a chave que a mulher deixa cair na mesma quando entra no recinto.

A mulher tenta de todas as formas retirar o sangue da chave, mas sem sucesso. Quando o Barba Azul volta pra casa pergunta se ela abriu algum dos quartos? Ela responde que sim, então ele as dá os tesouros que tem em cada um deles. Ele só pede a chave dourada de volta e supõe que ela havia cumprido a promessa que tinha feito com ele. Que se fosse verdade nada de mal lhe aconteceria e que seriam muito felizes.



Ao pegar com um pano branco ele nota marcas de sangue na chave e logo conclui que tinha quebrado a promessa. Enfurecido saca a espada e começa a persegui-la afim de liquidá-la.



Enfurecido esbraveja: por que tu me traíste? Cheguei a pensar que eras diferente das outras mulheres. Ela esbarra num candelabro e começa um incêndio na mansão e. Desesperada, grita pedindo socorro aos irmãos.

Enfurecido, o marido prossegue: pensei que era diferente das outras que conheci, és uma mulher de coração duro. Te ofereci lindos vestidos e comida deliciosa, pensei que eras maravilhosa e perfeita para mim. Pensei que era diferente das outras ignorantes que conheci antes e o que você fez: não soube obedecer meu único desejo tal como as outras mulheres ambiciosas que conheci.

Felizmente os irmãos chegam a tempo e evitam o destino trágico da irmã. Golpeiam o Barba Azul com os machados que traziam consigo. O vilão morre e sua casa desmorona devido ao incêndio. E assim termina a história no anime.






A adaptação do anime Grimm's Fairy Tales Classic (também conhecida como Grimm's Masterpiece Theather) foi feita pela Nippon Animation. Apesar do nome, não somente se limitou aos contos dos irmãos Grimm, também adaptou vários contos e lendas. No caso do Barba Azul não era dos Grimm e sim de Charles Perrault que foi publicado no livro Contos da Mamãe Gansa em 1967.

A primeira vez que eu ouvi falar desse conto foi num desenho chamado Era Uma Vez (Il Était Une Fois) de 1995 que era exibido no bloco Sábado Animado no SBT. Tentei achar essa versão e encontrei esse anime dublado em português de Portugal. Vendo aqui na Wikipedia esse anime adaptou diversos contos obscuros como Snow White and Rose Red (Branca de Neve e Rosa Vermelha, cheguei a ter o livro desse conto). O interessante é como eles adaptam os contos sem floreios para suavizar, como no caso deste. A Saban quando pegou o direito para a exibição deste teve que editar para que pudesse passar nos Estados Unidos.

Taí um anime curioso sobre um conto bem bizarro para se contar para uma criança.


06 dezembro 2015

Playstation Experience Fez mais Pela Sony que a E3






Amigos durante essa manhã fiquei sabendo que rolou a Playstation Experience: que é um evento com os lançamentos da Sony para o Playstation 4. Infelizmente a Sony praticamente abandonou o Vita e está se dedicando mais ao seu console de mesa.


Um dos destaques foi o Project Morpheus hoje chamado de Playstation VR. Uma plataforma que mostra formas inovadoras de jogar, achei bem interessante o que ela pode fazer:


Mas o que realmente acredito que empolgou o público foi o remake de Final Fantasy 7 que mostrou mais uma palhinha  aparentemente com gameplay dos primeiros minutos de jogo. Achei bana, mas era algo esperável mesmo nada que pudesse chamar de nossa que inovador. Mas era importante a atualizada gráfica do jogo, admito:



Também tivemos a retrocompatibilidade com Playstation 2 como destaque, agora será possível jogar os jogos de Playstation 2 que serão vendidos na loja online com adições como troféus e melhorias gráficas:


Talvez uma adição até significativa: até porque a biblioteca do Playstation 2 é muito variada e atrativa, o que aumenta o interesse pelo console. Também é um esforço da Sony e apagar a má impressão que o PS3 deixou na geração passada. Relançar os jogos do PS2 é uma boa sacada.

Parece que agora realmente uma empresa deu um passo a frente na nova geração que andava morna e monótona.


Clique aqui e confira os vídeos do evento.

30 novembro 2015

[Vídeo] Super Héros Blues: Animação em Stop Motion com Homem Aranha e Max Steel.


Amigos venho aqui deixa para essa semana uma animação em Stop Motion do canal Roberto Ceriani chamada Super Héros Blues, achei bem divertida a maneira que o cara arranjou de fazer uma história com poucos recursos e talvez inspire você amiguinho a fazer o mesmo com seus bonecos aí. Vamos soltar a imaginação:


Ambas animações são em Francês, com legendas em inglês (opcional no primeiro vídeo).

21 março 2015

Mc Lanche Feliz Março - Abril 2015: Cada Um na Sua Casa.



Olá amigos: alguns restaurantes da franquia Mc Donald's por aqui já começaram a soltar os novos brindes que serão vinculados na próxima semana (dia 25). A coleção se baseia no próximo filme da Dreamworks Cada um na Sua Casa - que narra as aventuras de um alienígena banido de seu planeta. A coleção é composta por oito personagens sendo 6 facetas do personagem protagonista da animação o alienígena Oh (dublado por Jim Parsons: o Sheldon de Big Bang Theory) abaixo vocês conferem os itens que fazem parte da coleção nacional:


Achei também um vídeo com as surpresas:




25 maio 2014

[Video] Comercial do Boneco Super Mario - SH Figuarts.


Confira o comercial da nova figura da linha SH Figuarts da Ban Dai Super Mario. A figura foi lançada este mês e vem com várias peças extras para montar diversos cenários. Confira o comercial com legendas em inglês:


Relembre a postagem com o anúncio do lançamento da figura clique aqui.

21 maio 2014

[Video] The Reward (A Recompensa)


Amiguinhos nesta quarta vou deixar pra vocês esta animação incrível do Youtube, espero que gostem:

Aproveitem para conhecer o canal da Animation Workshops, existem outros trabalhos deles.

24 fevereiro 2014

Páscoa 2014: Arcor


A empresa ainda aposta na Tortuguita e nos personagens Patati Patatá e Disney:


Páscoa 2014: Lacta, Nestlé, Cacau Show Entre Outras.



O site Meio&Mensagem publicou no último dia 20 uma reportagem e vídeo sobre os principais lançamentos para a Páscoa deste ano. Confira o vídeo com as novidades:


18 fevereiro 2014

15 fevereiro 2014

Video Review - Animais da Fazenda (Planeta de Agostini)



Um novo video review depois de muito tempo de hiato, dessa vez da coleção Animais da Fazenda da Planeta de Agostini. Espero que curtam este novo vídeo:


02 fevereiro 2014

[Video] Human Claw Machine


Você gostaria de saber como se sentem os ursinhos e outros prêmios que são expostos nas famosas gruas (claw machines)? Esse vídeo da uma idéia: