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26 fevereiro 2022

[Crítica do Koi] Cuphead (Netflix)




 Eu assisti Cuphead da Netflix.

Na verdade acompanhei meu filho assistindo isso, já que ele já tinha visto. Além do mais depois da polêmica do inimigo deles ser o Deabo.
Isso me lembrou no último fim de semana que meu filho comentou sobre o desenho e falei do game que no game o inimigo era o tinhoso. Minha esposa tinha amarrado a cara.
Aí veio a matéria sobre isso e tal, resolvi aqui filosofar.
O desenho em si trabalha em cima da golden age da animação. Um período que desenhos eram lançados em curtas nas telas de cinema. E como era um público adulto os desenhos tinham uma pegada mais voltada para eles, apesar do humor pastelão.
Depois com o tempo e que os desenhos foram se ajustando as crianças, criando categorias para elas como educativo. Mas no final sempre foi entretenimento. Aliás os desenhos que são voltados a isso que sobressaem mais, poucos mais educativos que se tornam memoráveis.
Até produções mais voltadas para pré escola como Backyardigans e Peppa Pig são entretenimento. Só que são voltados a uma fase infantil. Porém o humor que se fazem nessas produções é mais abrangente.
Se fazia piada com tudo, utilizava elementos da cultura ocidental. Betty Boop já foi pro inferno, gato Tom quase foi pro inferno por atazanar o rato Jerry e o duende do Pica Pau foi mandado pra lá depois de um desejo dele.
Só que hoje em dia humor e personagens com base em conceitos polêmicos são usados de boa, ou quase.
Lembro que muitas referências bl@ck f@ce foram retiradas de desenhos animados, mas só foram colocados depois com o seguinte aviso "Esses desenhos são produtos de seu tempo". Enfim, não dá pra fazer piadas com tudo hoje em dia, então temos um humor mais contido.
Cuphead acaba só bebendo da estética da golden age, mas raspa no que seria o humor e a ousadia da época em questão.
Não achei algo que me encantou pra ser sincero.
Meu filho por outro lado, até gostou. Quanto a polêmica é porque ele tá na aba kids do serviço da Netflix e apresentava esse humor emulado dos desenhos que víamos no café da manha do SBT.
E depois que assistiu alguns episódios dele, meu filho mudou para Peppa Pig.
Sigamos em frente.

25 fevereiro 2022

2022: Acho que Agora Vai!

 



Olá pessoal: agora é pra valer.  O editorial desse ano inicia a nova rodada de postagens do blog, que era para ter começado em Dezembro, lembra? Aconteceram muitos imprevistos: enfim, contas que vieram rasgando meu orçamento, acontecimentos inesperados etc...

A aquisição do HD para o retorno da minha velha máquina de 2010 somente aconteceu em janeiro, quando fui mandado embora do meu serviço após 5 anos de serviços prestados a empresa. Acordando 4 da madruga e chegando 9 da noite de segunda a sexta não tinha muito ritmo para as postagens, bem como cuidar da casa, esposa e filho.

Quando eu fui fazer isso em 2021 meu pc estava totalmente impraticável para trabalho, muito pelo HD e em parte pela memória ram que precisa de uma nova para aguentar o tranco aqui. Com o HD eu já consigo movimentar as coisas por aqui, e seguir com as queridas postagens que gosto de fazer.

Como eu disse anteriormente, eu estava na página do Facebook fazendo postagens expressas,  que quebraria o galho enquanto não voltava com esse espaço. E nesse processo pretendo transpor algumas delas pra cá com algumas adições aqui. Até porque a minha base de dados tá toda aqui, e gostaria de deixar mais centralizado.


Agora, depois desses avisos, vou dar uma relaxada nesse final de semana e  a qualquer momento volto com postagens. 

22 junho 2021

Sobre o Retorno das Postagens

 


Olá amigos, tudo bom? Primeiramente gostaria de agradecer aos que perguntaram por mim em minha ausência algumas mensagens de apoio após a crise depressiva que tive no final do ano passado, foi um ano não muito fácil para miutos: até que consegui aguentar bem. Estou aqui novamente para deixar a vocês a par de como estou e bem como o futuro do Blog, esta casa que dedico desde 2009 a falar de assuntos do mundo nerd, que cada vez mais o público da massa está curtindo. 

Atualmente estou com problemas no meu computador, o que impede de postar regularmente aqui. Tenho tentando levantar fundos para comprar um HD para o mesmo, só que não é fácil conseguir grana atualmente. Pra quem não sabe estou com responsabilidades familiares grandes atualmente o que me sobra quase nenhum dinheiro para cuidar desse problema, ainda mais quando você praticamente a renda base da casa. 

Mas eu ainda tenho vontade de escrever, mas não é o quesito recurso que me limita. O tempo hoje é nem curto, é difícil fazer postagens como eu fazia anos atrás. E teve um colega que achava que conseguia lucro com esse blog, o que é parcialmente verdade: eu monetizo com anúncios, porém esse retorno não é significativo e demora para vir para minha mão. Eu praticamente nesses anos todos fazia meu blog por Hobby o retorno acontecia por acontecer.

Sem contar que hoje poucos ainda acessam espaços como esse: a internet está voltada para outras mídias como Youtube e Tic Toc, manter um espaço como esse hoje é um desafio muito maior. O audiovisual alcança mais que o texto escrito, mesmo que ele esteja com uma boa pesquisa e bem conduzido, as pessoas não estão dispostas mais a ler como antes. 

Não estou aqui dizendo que é o fim, mas admitindo os fatos. Eu gosto bastante de escrever, ainda mais sobre o que eu escrevia aqui. Contar minhas aventuras na justiça, tenho até uma história para contar do meu celular que foi roubado e recuperado na mesma semana, porém isso falo nas redes sociais, pois lá o alcance é maior que aqui.

Eu pretendo manter o blog ativo, nada aqui será apagado. Continuar escrevendo aqui infelizmente não é possível no momento, eu precisaria de tempo e recursos que não tenho mais em abundância. E não tem como manter algo para um público pouco relevante e que durante sua vida toda não te deu a projeção de ser auto sustentável.

O que estou fazendo temporariamente é postando na página do Facebook do Blog foi a maneira para que ainda continue fazendo o que gosto, mesmo no celular, escrever sobre novidades e descobertas do mundo do colecionismo. Até que eu possa no futuro retomar esse espaço, bem como não. Não quero dar certeza de nada no momento, mas quero manter o contato com vocês por alguma plataforma que fosse prática para pequenos textos e notas coisas que fazia por aqui.

Infelizmente artigos mais complexos, que levaria pesquisa e afins serão mais escassos. Estou dando prioridade a coisas mais dinâmicas, algo mais ao vivo, mais compatível com o universo virtual que vivemos.


Espero que vocês compreendam essa minha decisão de agora e que esperamos que eu possa com alguma ajuda (ou não) retornar as postagens aqui. Obrigado.




11 março 2020

Caso Marinha #17 Voltando a Defensoria Pública e o Desencontro de Informações



Olá pessoal: venho mais uma vez através de uma postamge relatar mais um capítulo desta piada de mal gosto que vem acontecendo comigo.

Vocês devem lembrar dos últimos relatos - caso não refresquemos a memória: a atendente que me atendeu há um ano atrás afirmou que não poderia ter nada em meu nome que eles iriam  confiscar para pagamento deste "valor indevido" que recebi fruto de uma tutela antecipada feita por uma advogada oportunista.

O que me levou a volta a DPU agora? Foi devido ao meu filho ter sido diagnosticado com TDAH inclusive com um atestado emitido por seu neurologista sobre este transtorno - incluindo seu CID. Fui lá novamente pedir ajuda, já que estava em risco renda e bens. Pra quem não sabe sou o único com renda fixa na casa.

Cheguei a atendente, agradeci por me atender sem ter que agendar, porque tudo na defensoria tem que ser agendado, expliquei meu caso e perguntei se teria algo que poderia ser feito. Ela afirmou que não tinha como fazer algo para me ajudar, ela rispidamente falou que nada poderia ser feito, que o juiz tinha batido o martelo pronto e acabou.

Aquela situação mexeu com meu emocional, tive uma crise que me fez desmaiar e ter uma convulsão, algo inédito até então. Uma técnica de enfermagem que estava presente no local ficou comigo me socorrendo até a chegada da SAMU.

Quando os médicos chegaram, fizeram alguns procedimentos como checagem de glicose e verificação de pressão. Comentei que estava sob tratamento médico e por conta de problemas financeiros não pude comprar os remédios receitados, até porque quando finalmente fui conseguir o dinheiro a receita tinha vencido, além de relatar toda a história que conto aqui.

Através de acompanhamento dos enfermeiros da SAMU, passei a frente de todo mundo no dia. Percebi que o discurso da atendente foi totalmente diferente do dito anteriormente para mim. Disse que a defensoria não abandonou meu caso e que ele prescreve em 2 anos, caso eles não encontrem forma de pagamento da dívida e que eles não podem tomar renda de sustento e moradia própria. Ela chegou a olhar todos os processos (todos arquivados) inclusive um de danos morais que foi negado por não ferir a constituição, ou seja tudo que eu passei foi uma frivolidade. Pediu pra que confiasse na defensoria e que eles iriam telefonar, caso fosse necessário meu comparecimento.

Estão vendo? Precisei passar mal para ser atendido de uma maneira decente. Não aceito tal situação, sou obrigado a aceitar isso tudo. Como confiar num orgão desse sua vida, nem em certos advogados dá pra confiar, quiçá nisto. Mas segundo me disseram que a DPU tem os melhores advogados.

26 fevereiro 2020

Hasbro Vai Relançar os Mini Games "Série Master" da Tiger nos EUA






A Hasbro adquiriu a licença para produzir e comercializar os mini games da finada Tiger Eletronics, por aqui esses mini games ficaram conhecidos como Mini Games Série Master e foram lançados pela Tec Toy nos anos 90, tive alguns e chego a falar deles nesta postagem. Abaixo, uma foto dos modelos que serão lançados vindo da New York Toy Fair:



Propagandas dos Mini Games série Master:




NECA Lançará Figuras Comemorativas dos 35 Anos do Desenho Defensores da Terra !



Lembra dos Defensores da Terra ? Sabia que estão fazendo 35 anos em 2020 ? Sabia que para comemorar a data a NECA vai lançar figuras dos icônicos heróis: Fantasma, Mandrake, Flash Gordon, Lothar e o vilão Ming o Impiedoso? É isso aí que você leu. Vamos as imagens direto da NY Toy Fair desse ano:





Figuras bacanas em escultura, realmente um must have essa linha.

Imagens das Figuras dos Caça Fantasmas pela Hasbro !



A Hasbro informou início desse mês que lançará os brinquedos da franquia Caça Fantasmas, incluindo do terceiro filme que dessa vez acerta em cheio aos fãs da franquia, ao invés de agradar os militantes. Confira as imagens:














Mas o melhor é que eles conseguiram os moldes da Kenner e vão relançar os bonecos da animação clássica:



Fonte : Figuras de Ação

31 janeiro 2020

Quando a Memória Afetiva Vence!



Amigos, como vocês sabem eu além do meu emprego faço vendas pela internet e garimpo em diversos lugares material antigo para vender. A maior parte deles são brinquedos, que são minha especialidade. Durante uma conversa com um dos meus fornecedores de material de venda, encontrei uma moça que já vinha me abordado antes a procura de um boneco do He-Man agora atrás de bonecos do Cavaleiros do Zodíaco para seu filho.

Eu questionei a ela como ele tinha ficado sabendo da existência dos personagens, se foi por causa da nova série animada da Netflix em que certos sites especializados enchem a boca pra dizer que são para as novas gerações e que os fãs são muito chatos e bla, bla, bla... A moça disse que foi porque ela tinha apresentado a animação original a ele e ele gostou dos personagens. Ela estava interessada em pegar os 5 protagonistas para ele, que no natal não pode dar. Ela teve que usar de um malabarismo dialético pra explicar para ele por que Papai Noel não pode dar os bonecos.



Depois desse relato eu fiquei tocado pela história, estou tentando achar esses bonecos a um bom preço para realizar o sonho do pequeno. Mas o ponto que gostaria de tocar é que isso está acontecendo em um momento muito peculiar... Estamos com a série da Netflix aí, está na segunda temporada até. E o pessoalzinho da imprensa vende como um inigualável sucesso, mas e as ações de marketing?

Eu vim de uma época em que muitos dos desenhos animados quer eram exibidos aqui vinham por distribuidoras, muitos oriundos de ações de marketing que havia como base "vender brinquedo" Isso que fazia com que pagasse até em parte os custos da produção garantia novas temporadas... Enfim, a relação produtos x desenho é o que definia o sucesso dele. Claro que existia a qualidade, mas era preciso gerar receita até para a continuidade da marca. Não só para brinquedos, mas para outros tipos de produtos infantis. Claro que não vivíamos isso com certa intensidade, já que muita coisa vinha pra cá sem planejamento nenhum e, com o advento da internet, descobríamos que nos países de origem 90% delas eram ligados a um brinquedo.



As coisas só ficaram um pouco melhores nos anos 90 com Cavaleiros e que repetiu em marketing similar em 2004 em infinidade de produtos para crianças e fãs. Alguma empresa podia tentar pegar a licença ao menos para produzir algo simples para esses novos fãs como a sumida Acalanto na época, eram bonecos do tamanho dos da linha Titan Heroes da Marvel e seriam ideias em escala para as crianças:


 Tanto os da linha da Acalanto (foto acima) e Knights (foto abaixo) seriam interessantes para crianças por não conter partes desmontáveis e serem mais idênticos aos personagens da TV.


Esses brinquedos eram bem caros na época, hoje com a moda do colecionismo e os fanbase que existe tornaram eles ainda mais caros, há uma procura constante ainda hoje por elas. Não só por isso, mas por outros produtos... Aliás esse é um ponto negativo que vejo com as produções da plataforma Netflix: ações de marketing nulas em explorar as franquias como marcas, tanto as novas quanto as que eles vampirizam com novas versões e adaptações.

Não posso deixar de observar o desleixo que é tratada uma marca rentável: vendo que está em evidência graças a uma exibição de um serviço de streaming e nada ter sido planejado de revival da marca, e ninguém se ligar nisso e os veículos do meio atacar o fã da animação clássica nos quais muitos são pais e são os responsáveis por passar a franquia a seus filhos.



26 janeiro 2020

Present Machine (Taito) (Anos 90)



Primeira postagem do ano! Depois desse hiato agora pinto com algo para comentar para vocês aqui: hoje quero falar de uma máquina da prêmio diferente que eu vi por aqui em alguns (poucos) lugares A Present Machine da Taito.

Essa era bem diferente das que comumente tínhamos por aqui nos anos 90 em que as mais populares eram as gruas - máquinas com bonecos de pelúcia. Esta dava brindes diversos no seguinte esquema,  a cada tentativa você escolhia o prémi com uma luz em uma seta e na segunda você tinha que parar a luz na mesma seta que você escolheu o prêmio, só que esta ia rapidamente como uma roleta.


Era bem difícil acertar, aliás nunca vi ninguém acertar na dita cuja, cada tentativa era 1 real na época. Acabou não fazendo sucesso por aqui porque era um jogo bastante difícil e os prêmios não eram tão legais quanto as gruas, que já dominavam os estabelecimentos.


Você tem alguma recordação dessa máquina pra compartilhar? Deixa nos comentários.

29 dezembro 2019

[Retro Análise] A Volta Ao Mundo Com Timão e Pumbaa




No ano de 1997 o SBT fecha a parceria com a Disney, e com ela consegue o bloco chamado Disney Club em que os apresentadores eram crianças e comandavam uma TV Pirata. Dentro desse programa que era uma espécie de seriado infantil simplório, porém com o tempo foi ganhando novos integrantes e sua trama aprimorada passam os desenhos feitos para TV da  Casa do Mickey Mouse.

Os primeiros desenhos a serem exibidos dentro do bloco foram a Turma do Pateta e Timão e Pumbaa. Que é a nossa análise de hoje.

Um Resumo.


Timão é Pumbaa é um Spinoff do Rei Leão, provavelmente não quiseram optar por fazer um seriado do filme contando a pós vida do Simba como feito em Aladdin e Pequena Sereia. E como eles eram alívio cômicos bem populares, provavelmente seria o melhor caminho para a franquia.

De fato os personagens do "Leãoverso" (Universo do Rei Leão) por motivos mais que óbvios (duh), inclusive alguns episódios são dedicados a eles como as Hienas do Scar e o Zazu. Mas o desenho tentava uma pegada mais cartoons dos anos 90, mas sem muita ousadia ao meu ver.



Episódios no Mercado de Vídeo Doméstico.


Foram lançados episódios para Home Vídeo (VHS pra quem não sabe) e DVD. Os títulos foram: Volta ao Mundo Com Timão e Pumbaa, Almoçando com Timão e Pumbaa e De Férias com Timão e Pumbaa. Atualmente esses títulos estão fora de catálogo e são bem difíceis de achar - ainda mais hoje com o mercado de mídia física indo pras cucuias, mas o que teve maior tiragem, porque saiu em bancas comprando o jornal mais dinheiro levava um DVD foi o Volta ao Mundo com Timão e Pumbaa.

O DVD mostra como é o formato realmente de como a série animada era exibida nos Estados Unidos, naquele formato desenho dentro do desenho. Neste DVD acompanhamos Timão tentando recuperar a memória de Pumbaa, que a havia perdido quando levou um raio enquanto passeavam pela mata. O formato são 6 episódios e um clipe musical dos personagens, este apresentado no meio dos episódios.

Durante a narrativa ele relembra as viagens que eles fizeram ao redor do mundo, isto indo na maior parte via containers - plagiando o Pernalonga - e dai o plot se desenvolvia para as mais variadas confusões.

Na minha opinião acho o humor dessa série meio contido comparado a outras produções, engraçado que adorava isso quando mais novo e hoje sinto que não é tão bom assim. Talvez pelos episódios apresentados serem os menos gostáveis na minha opinião. Os personagens que contracenam com os personagens são pouco interessantes, são genéricos demais. Me impressiona que o programa tenha sido reprisado posteriormente na Globo, inclusive indo ao ar na parabólica. Admito que o apelo dos personagens é alto, mas como spinoff é bem fraco comparado a personagens como Pinguins de Madagascar.

Uma curiosidade: um dos clipes dessa animação foi exibido no Disney Club a música é a Quem Dorme é o Leão, acho que é o único clip totalmente dublado. Já que os outros só foram dublado os diálogos. Eu tenho o gravado isso em alguma VHS perdida, isto se não foi roubada na época.



 



 






17 novembro 2019

Caso Marinha #16 : Ato Ordinatório e Minha Descrença com o STF



Olá pessoal, mais uma vez aqui venho tratar do caso da minha pensão. Estava olhando aqui vai sair um mandado para cassação dos meus bens para pagar a dívida com a união federal devido ao dano ao erário público, eles intimaram o MM (Ministério da Marinha) para a busca dos meus bens conforme tela a seguir:


Infelizmente é isso aí: nós não temos justiça justa, ainda me falaram que não ganhei porque eu não tive boa defesa. Boa defesa eu tive, tenho a carta provando que foram eles que me procuraram um ano depois que falaram para mim e minha mãe que não tínhamos direito. Levo este caso a internet como um alerta, mas no fundo queria que alguém me ajudasse. Porém agora sei que é impossível alguém me ajudar, nem mesmo a DPU (Defensoria Pública da União) quer saber do meu caso. 

Todo o sistema judiciário tá corrompido, viram a decisão deles dias atrás. Quem eles beneficiaram e consequente beneficiaram junto? Não tem justiça, advogado gosta de dinheiro. Não se importa com a vida do cliente e os da Defensoria Pública fingem se importar.

A verdade é essa.

06 novembro 2019

O Problema Psicológico Alheio Não Preocupa Ninguém.



Olá amigos, depois de um belo tempo sumido sem postar nada por aqui devido a desestímulo e cansaço do cotidiano atual venho aqui com uma nova postagem. Não cheguei a comentar aqui, eu desde o início do ano venho retomado ajuda psiquiátrica com psicólogo e neurologista. Motivo maior: meu filho sendo taxado como filho de maluco por algumas pessoas.

Durante minha infância sempre fui tratado como esquisito, maluco e afins. Porque eu, ao contrário de muitos, tinha uma educação baseada na disciplina e na obediência nas regras o que gerou por consequência rejeição e retaliação por muitos nos ambientes que me associava, como por exemplo na escola.


O fato é esse cultivo da rejeição me fez uma pessoa menos sociável e até certo ponto tímida. Além de ter um comportamento peculiar de euforia. Isto era motivo para me taxarem como maluco e ganhar apelidos como Tonho da Lua e Jamanta.

Crianças e adolescentes são cruéis a este ponto: não costumam perdoar o diferente ainda mais quando este se esforça pra andar na linha, acredita que seu esforço é recompensado e o é para os pais e professores, mas para seus colegas ele sempre será o doentão esquisito.

O que leva a pessoas como nós escolherem bem amigos. Eu por exemplo só tive um amigo por toda minha infância e adolescência. Alguém que era aproximadamente da minha idade e tinha as mesmas idéias, mesmo ele não sendo tão nerd. Quando ele se mudou aquilo foi um choque pra mim e veio com a notícia de que eu era mal visto pelas pessoas em geral e eram ditos comentários maldosos.

O fato é que se você for um padrão que a sociedade acha aceitável logo tratam você como portador de alguma síndrome ou problema mental, isto quando não põe sua sexualidade em cheque. Isto porque, conforme disse anteriormente, você não se envolve com qualquer pessoa e não busca um relacionamento justamente porque você não se valoriza, é tão mal falado que aquelas palavras pesam em sua reputação e te intimidam a chance de iniciativa.

Só fui voltar a ter um grupo de amigos em 1998, alguns eram do colégio, do tipo de contar no dedo. E eram atualizados bastante com o universo que eu curtia: games. Isso pra mim foi como o renascimento de um cara que se achava viver excluído socialmente e não se encontrar em um grupo.

Apesar disso, na escolha ainda acontecia a retaliação e era o ambiente em que eu passava boa parte do meu tempo. Era como carregar um fardo com uma responsabilidade. Momentos que eu tive que queria chorar, largar tudo. Se não fosse pela insistência e carinho que minha mãe tinha, e também com o tempo acabei endurecendo um pouco meu espírito. Passei a ser menos sociável, já estava de saco cheio de tudo aquilo. Não me interessava mais aquelas pessoas e sim os amigos os quais tinha um grupo.

Mas agora como pai fiquei preocupado com meu filho estar com essa mesma personalidade minha, sempre desejei que ele não repetisse o mesmo padrão comportamental e as crises de euforia que eu ainda tenho. Porém, como filho de peixe peixinho é, ele apresenta o mesmo comportamento.

Isso levou a busca também para que eu pudesse entender tudo isso. Veja bem: já parei psicólogos antes, já fiz até eletro mas disso que eu fiz pouco lembro. Então precisava abrir novamente esse baú para saber a verdade. Meu filho tem hiperatividade devido a essa agitação descontrolada e está tendo uma atividade numa escola de futebol para descarregar essa enerigia.

Quanto a mim fiz um eletro e, subvertendo as expectativas de alguns, o neurologista afirmou que eu tenho uma atividade cerebral normal e me recomendou uns remédios para minhas crises de ansiedade, e cortou o café da minha dieta (poxa, doutor).

Toda essa narrativa mostra o quando a sociedade ainda é preconceituosa com quem tem problemas de socialização oriundos de transtornos ou limitações seja elas quais forem. Crianças e adolescentes são cruéis a maioria das vezes e geralmente não entendem muito de empatia, o ambiente escolar é um ambiente canibalesco onde existem os populares e os excluídos. Isso não vai mudar, nem espero que mude. Mas gostaria que se entendesse que pessoas com problemas de socialização existem, mas nunca são levadas em conta, até são rechaçadas mais pela sociedade e pela mídia como o caso dos Incels.

Ninguém é obrigado a saber da história de um desconhecido, nem porque ele é babaca com os outros algumas vezes, mas deveríamos nos esforçar pra entender de onde vem essa atitude e aceitar que a gente pode ter culpa no processo, pois todos nós fomos crianças e adolescentes e fomos diversas vezes escrotos essas pessoas que se tornaram assim. Deveríamos no mínimo aceitar que em certos momentos agimos com crueldade com os outros e tentar minimizar a crueldade dos nosso filhos, para evitar mais rancor no futuro.

01 setembro 2019

A Raridade de Itens, A Ingorância de Outros...





A internet é um local maravilhoso: é um local onde você acha pessoas cujo compartilham os mesmos gostos e onde você não se encaixa acha pessoas fãs de tudo: desde quadrinhos a bichinhos virtuais. Porém nem tudo são flores: algumas vezes encontramos também um público expert em certos assunto, mas completamente leigo em outros.

O que vou contar aqui são dois casos distintos e ambos erros cometidos por mim. Primeiro foi o anúncio de um bichinho virtual dos anos 90 num grupo de Bazar da minha região. Onde uma menina entrou em contato no marketplace, local onde tinha anunciado e compartilhado nos grupos, e esta me respondeu o anúncio em tom de deboche e com diversos ícones de risada.





 E nem é culpa dela isso: a internet ajudou a unificar as pessoas, mas ainda elas vivem num círculo social fechado. Talvez ela nunca tenha consultado um Mercado Livre e tenha se deparado com anúncios deste brinquedo e com seu preço atual:



Eu fiquei até com raiva na hora, mas levei em conta que achei que ela é ignorante no assunto. Pra ela um bichinho virtual é tudo igual. Mas na prática esse tipo de bichinho não é mais fabricado. Até usa o mesmo molde, mas a programação não é a mesma: agora colocam um monte de bichinho pra escolher com uma programação imitação desse. O que torna esse modelo raro automaticamente.

O que mais espantou foi o que aconteceu recentemente com isto aqui:


Isso que vocês estão vendo: um Apollo. Consegui durante um garimpo. Todo sujo a tela tava bem embassada, limpei com limpa tela de PC e ficou novinho. O compartimento de pilhas em excelente estado. Testei com pilhas e funcionando 100%. Fui ver quanto custava ele no Mercado Livre:







Pra quem não sabe nos anos 90 foi uma febre nesses  mini games tipo Tetris: não era todo mundo que tinha dinheiro pra comprar um Game Boy e Game Gear. Então os Mini Games foram a salvação de muitos gamers na época. Eram toscos e simples, mas muitos tinham programações divertidas. Para efeito de comparação mini games eram os smartphones da época, todo mundo tinha principalmente o Brick Game.

Só que o Brick Game foi aquele portátil que conquistou as massas: crianças e até adultos jogavam. Tudo graças ao criador Alexey Pajitnov que criou o Tetris um puzzle eletrônico simples, divertido e viciante!



O que acontece: aqui no Brasil tínhamos inicialmente dois modelos de mini games: o Brick Game 2 in 1  e o Apollo. Porém o Apollo se destacava por ter mais de uma variação de jogos como jogo de Nave e Cobrinha. Isso usando a programação do Tetris, além dele ter voz digitalizada dizendo great cada vez que você completava e acertava uma linha no Tetris entre outros efeitos. Se tornando o sonho de consumo de muitos jovens da época. 

O negócio é que isso também fez com quem fabricava o Brick Game "orignal" se mexesse e lançasse o Brick Game com voz e mais jogos. O Super Talking Brick Game:




Assim como o Apollo que ganhou um boost com mais jogos (180 jogos), mas ficou por aí. O Brick Game continuou até chegar a marca de 999999 in 1 que é aquela pura enganação dos cartuchos piratas do Nes (Polystation) onde temos poucos jogos e o resto são repetições:

 
Vocês podem olhar a tela é menor que os modelos antigos, usa-se agora duas pilhas e a programação é a mesma do antigo modelo alterada para passar a sensação de se ter mais jogos. E claro isso é vendido a preço de banana por aí.

Por mais que isso seja algo acessível, nunca será como os Brick Games antigos, principalmente o Apollo.  Então o Apollo por não ter sido descontinuado acaba se tornando uma peça rara para colecionadores, e sim existem colecionadores de mini games. Um mesmo já entrou em contato comigo na postagem dos Mini Games Serie Master


Como disse o ramo de colecionismo é grande, você conhece pessoas que colecionam de tudo. Eu fui anunciar este mini game em grupos gamers e tive a mesma reação de pessoas como a menina do Tamagotchi. Só que bem pior, sabe um hate desnecessário aconteceu, e num grupo onde tinha como tema videogames antigos e pessoas vendem os jogos lá a peso de ouro muitas vezes. E olha que estou cobrando bem abaixo do que o pessoal do Mercado Livre cobra por esses itens, porque eu sei o valor deles e o contexto que eles foram lançados, assim como diversos itens. Só não acho que eles valham o preço de uma Moto

O que acontece é que muitas pessoas que criticam são muitas que sustentam esse mercado de retrocolecionismo com preços absurdos. E você que tenta sobreviver a isso, até mesmo levar algo mais em conta pra algum colecionador entusiasta poder se livrar desse mercado absurdo acaba sendo hostilizado por essas pessoas. 

Mas a vida se segue, enfim.

27 julho 2019

Sobre Cavaleiros do Zodíaco, Falácias e a Incompetência do Marketing da Netflix




Amigos, durante o final de semana estreou a nova animação de Cavaleiros do Zodiaco na Netflix. Levantou muitos comentários e tretas, e eu acabei não ficando de fora.

Durante um caloroso debate no Whatsapp (sim, sou tiozão do aplicativo) encarei um colega com a seguinte crítica a quem criticava o novo remake da série - o famoso chavão "não foi feito para você, mas para o novo público". Minha proposta aqui é discutir essa falácia, que até anteriormente discuti nessa postagem, mas quero dar mais amplitude a isso e mostrar que ela tem duas vias.

A verdade é que todo mundo tem um senso crítico, com critérios pré estabelecidos por cada um e geralmente gerado por um consenso geral. Acredito que eu, como todos vocês e os fãs sabem que CDZ foi uma obra perfeita, por conta do autor mesmo e adaptação animada que foi criada tentou dar um jeito em algumas coisas e até criando outras bem bizarras.

Dizer que CDZ é datado em vários aspectos, podemos dizer que sim, porém a animação que a Netflix fez ainda sim tem seus problemas. Você dizendo que ela não é para público antigo e sim para novo se automaticamente exclui desse público, você se torna um que não compreendeu quanto aquele que critica.

Porque existe sim casos de você não ter interesse sobre um determinado produto e achar ele com valor para outra pessoa, ou seja não ser para você. Um exemplo é meu filho: ele adora coisas da minha época - viu diversas vezes Caça Fantasmas (os dois pimeiros filmes), maratonou a série animada antiga e minha esposa disse que está vendo uma nova com minha sobrinha. Ele não deixou de gostar das coisas que ele mesmo gosta. Ele vê Peppa Pig, Patrulha Canina, PJ Masks... Material que não é para mim, eu não vou maratonar nenhum desse conteúdo no fim de semana, porém pela premissa e por visão de alguns episódios vejo como um material saudável para meu filho. E ele não se liga muito em Dragon Ball e Cavaleiros do Zodiaco. Até mesmo já cheguei a mostrar isso para ele e não se interessou.



Aí que entra o outro problema: o público que se destina o que a Netflix tem feito com ações de marketing para isso? Tem algum produto com o tema dessa nova animação para estes de uma forma explícita? Até agora não vi nenhuma movimentação significativa. O que tem e sempre teve foi algo voltado para o público antigo, e muito desse material vem de fora. Como por exemplo as figuras colecionáveis. Eu não vejo nenhuma movimentação aliada nem a brinquedos, coisa que foi feito com a série nos anos 90.



O fato é que a série foi jogada por aqui devido ao legado que deixou aqui, ao fandom que tem aqui e que a mídia e algumas pessoas fazem é crucificar por criticarem um conteúdo que é um remake e isso serie inevitável mesmo se a série fosse boa, o que realmente não é. Pois foi descaracterizada em muitos pontos.



Eu particularmente não me preocupo tanto, quando o pessoal acha que se preocupa com isso. Até porque toda essa jogada é uma maneira de tentar emplacar CDZ no mercado americano. Como disse na primeira postagem que fiz. Não é tão significativo o lançamento aqui, até porque a Netflix nunca fez nenhuma movimentação de marketing e merchandising de seus produtos infantis desde a época que eles fizeram uma nova animação de Ursinhos Carinhosos os bonecos nunca foram lançados por aqui. E olha que é um desenho que está na memória de muitos por aqui.



Então amiguinho, se você acha besteira ou bobeira quem critica um remake de qualquer coisa vinda de quem é fã do material pré estabelecido, você é até mais bobo que esse pessoal. Porque você quer que esse tipo de material não tenha crítica.

E tenho dito.






22 julho 2019

We're Back a Dinossaur Story (Game Boy)





Antigamente jogos baseados em filmes ou qualquer mídia visual são curiosos: podiam ser jogos com alguma qualidade ou bombas completas. Nos anos 90 quase tudo ganhava jogo, ainda mais se fossem animações infantis.

Aí que We're Back: a Dinossaur Story. Baseado num filme chamado  Os Dinossauros Voltaram que nunca assisti na vida. Lançado pela Bean Software e a High Tech Experssions para o Game Boy. Nse game você controla um dinossauro que deve salvar seus amigos de um vilão que parece que roubou o figurino do Supla e para isto conta com suas habilidades e pequenos blocos que são recolhidos e atirados em seus inimigos.

Pra quem já jogou outros jogos das referidas empresas como Taz Mania 2 e Tom e Jerry logo notará a mecânica e os efeitos sonoros do game. Aliás este game foi lançado com outros nomes como Baby T Rex (na Alemanha, Áustria e Suíça), Bamse (Scandinávia) e Acro Soar (Austrália).




  Por aqui ficou popular entre os cartuchinhos piratas:



Esse game acabei adquirindo num lote com outros games por 25 reais, entre eles um Pokémon Silver original. Peguei o lote por causa do game mesmo, mas acabei testando esse e de todos era o menos ruim. Aqui você controla um pequeno dinossauro que recolhe uma espécie de caixa que atira em seus inimigos, ele também corre quando anda por declives para tomar impulso para pular grandes abismos. Chega a parecer um Sonic de Master System nesses momentos.

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No geral é um jogo de plataforma sem muita coisa especial, um dos pontos bacanas e ele usar de um skate na fase da caverna. É mais para quem busca um desafio visto que controle do personagem quando corre requer prática para desviar dos obstáculos sem morrer, tenho me entretido por algumas horas com esse game em alguns momentos.